Robinson Crusoé - Daniel Defoe [Opinião]



Título Original: Robinson Crusoé 
Tradução: Pinheiro Chagas
Editora: Book.it (imagem não corresponde)
Páginas: 207
Classificação: 0/5 – Não terminei






Sinopse
Em 1652, o jovem Robinson Crusoé foge da casa dos pais, em Inglaterra, para embarcar numa viagem marítima. Não imaginava que esse desejo de aventura lhe traria mais do que aquilo que estava à espera: assaltado por piratas, o barco é capturado e Robinson fica escravo. Depois de várias peripécias e de um período como fazendeiro no Brasil decide tornar-se negreiro e volta ao mar que, uma vez mais, o atraiçoa: dá-se um naufrágio, e Robinson salva-se nadando para uma ilha que será a sua casa nos 27 anos seguintes.
Clássico do romance de aventuras e de demostração como o engenho de um homem consegue garantir a sua sobrevivência contra as maiores adversidades, Robinson Crusoé e o seu companheiro Sexta-feira, são personagens inesquecíveis e universais.


Opinião
Este livro foi adquirido na Feira do Livro de Lisboa, numa promoção da Book.it, em que na compra de 4 livros apenas pagava 3. Ora bem, o Robinson Crusoé foi a 4º escolha.
Não consegui acabar de ler. Nem cheguei à parte em que aparece o Sexta-feira. A história é muito original e o autor descreve detalhadamente a forma como Robinson sobrevive na ilha após o naufrágio. Todos os instrumentos que o protagonista cria, inventa, modifica, tal como a forma como são passados todos os dias, são enumerados e descritos com todos os pormenores.

A história é interessante, mas o detalhe é tão grande que torna a leitura muito cansativa. Após ler umas dezenas de páginas, virar mais uma página era um esforço. Apesar do tema da história ser cativante, e mesmo sabendo que irão aparecer cenas mais emocionantes, o livro não me conseguiu agarrar.

Não gosto de deixar livros a meio, mas com tantos livros para ler, não consigo continuar a ler um livro que não me está a dar prazer.

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